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O homem-metalinguístico sentia-se apagadão. O cirurgião plástico pegou uma caneta e destacou os traços da feição do tal homem que mereciam retoques.
Não precisava de mais nada, já sentia-se jovem, fresco, novo, puro. Uma lágrima brotou e borrou tudo.
O homem-metalinguístico não tem preconceito contra negritos. E não tomou partido na guerra destes contra os itálicos.
Ao homem-metalinguístico apenas restava uma única opção: DESTACAR-SE.
Andando de ônius, o homem-metalinguístico sentia que sua vida estava um tanto reticente. Refletia sobre o que via e sentia enquano o percurso passou por três pontos. Fez menção de que tomaria alguma atitude drástica, mas não adiantava, o ponto final se aproximava.
Depois de cruzar o lamaçal, um grifo marcava o caminho por onde passava o homem-metalinguístico.
Todo mundo ficou muito preocupado quando o homem-metalinguístico simplesmente apagou.